admirando os edifícios.
minha alma quer voar,
por cima de todos eles.
Eu ando pelas ruas,
ouvindo o som do subsolo,
sentindo um saudade estranha,
e um destino de voltar,
Eu vejo cordas em nós,
respiro pólvoras do silêncio,
meu tempo está...
sempre acelerado.
A chuva que trarei,
será tão efêmera...
Quem musicava,
é lembrado apenas pelo silêncio.
O pouco que preciso terminar,
me faz andar pela cidade.
Sou epifania e sinestesia,
em um corpo já sem gravidade.
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