Nuvem passageira,
gotas momentâneas,
só o tempo dirá,
o quanto durará toda efemeridade.
E o que dirá o silêncio?
ou a conexão das palavras?
nessa abstração que escrevo,
enquanto bate um coração que recomeça.
O ultimo verso,
termina quase sempre por dizer,
enquanto penso as entrelinhar,
do que sinto sem saber.
Desenho assim,
um poema sem forma,
que se torna,
minha forma de não lhe dizer,
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