Abra a porta,
limpe os olhos no tapete,
o sofá espera a alma,
o caus em ordem alfabética.
O profeta,
prevê com caneta,
em rimas,
em páginas.
A folha,
perde a inocência,
rabiscada,
de lágrimas.
O que sente a dor,
ainda mente,
seu leitor,
segue descrente.
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