Do meu lado que desconheço,
espero surgirem as palavras...
aguardo...
percebo a raridade do silêncio.
Nesse tempo,
muros pichados,
através de janelas previsíveis,
visualmente gritam.
A minha alma é massacrada,
por contradições invisíveis,
meus passos,
interrogações e reticências.
Eu procuro as palavras,
sem armas, sem rede, sem anzol...
meu coração é imã,
a pena, a rima.
E nesse tempo,
me desconheço mais,
quando me revelo,
o poema, com seu primeiro choro,
as vezes beijo, as vezes rejeito.
espero surgirem as palavras...
aguardo...
percebo a raridade do silêncio.
Nesse tempo,
muros pichados,
através de janelas previsíveis,
visualmente gritam.
A minha alma é massacrada,
por contradições invisíveis,
meus passos,
interrogações e reticências.
Eu procuro as palavras,
sem armas, sem rede, sem anzol...
meu coração é imã,
a pena, a rima.
E nesse tempo,
me desconheço mais,
quando me revelo,
o poema, com seu primeiro choro,
as vezes beijo, as vezes rejeito.
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