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domingo, 7 de setembro de 2014

Silenciosa nossa canção
breve como o cruzar,
de olhares espontâneos,
que leem a alma devagar.

Silenciosa nossa harmonia,
delicadamente os dedos percorrem,
mudam de tom, casa, nota
nem se nota nosso silencio.

Ao fim
uma canção audível,
silenciosamente ruidosa,
como o acelerar vagaroso,
de nossos corações

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