João saiu
pela porta,
rua morna,
tempo seco.
fazia,
que
não chovia,
por dentro,
ressecado,
na veia.
Não chorava,
tornou
seco,
toda a chuva,
de tristeza,
João amava,
Tereza,
no entanto
não havia,
sequer,
quadrilha.
João
batalhava pelo pão,
nosso
de cada dia,
ida e vinda,
morte e vida,
severina
todo dia
Por fim,
João
se matou,
de viver...
São Pedro
chuva,
velório,
João molhado
agora adentra,
pela porta
purgatório.
Translate
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
domingo, 28 de setembro de 2014
terça-feira, 16 de setembro de 2014
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
domingo, 7 de setembro de 2014
É preciso lhe fazer uma canção
mais alta que o mar
mar de montanhas
pra que lá do alto
você possa se jogar
É preciso juntar um milhão de versos
sons, batuques, flores e o universo
pra erguer meu som como uma torre
pra você, pra você pular
eu quero lhe falar sobre as coisas simples
que me fazem bem
mas antes eu preciso fazer
uma canção de bem....
mais alta que o mar
mar de montanhas
pra que lá do alto
você possa se jogar
É preciso juntar um milhão de versos
sons, batuques, flores e o universo
pra erguer meu som como uma torre
pra você, pra você pular
eu quero lhe falar sobre as coisas simples
que me fazem bem
mas antes eu preciso fazer
uma canção de bem....
Antigos sentimentos
Eu procurava cartas antigas,
pois palavras são imagens,
e a gasta cor da folha,
é nostalgia engarrafada.
O tremor das mãos,
minunciosamente investigando,
é métrico e desritimado,
como o jovem coração apaixonado.
A forma de dobrar,
era o zelo pelo amor distante,
eu procurava cartas antigas
de dois velhos amantes.
Eu procurava cartas antigas,
pois palavras são imagens,
e a gasta cor da folha,
é nostalgia engarrafada.
O tremor das mãos,
minunciosamente investigando,
é métrico e desritimado,
como o jovem coração apaixonado.
A forma de dobrar,
era o zelo pelo amor distante,
eu procurava cartas antigas
de dois velhos amantes.
Assinar:
Comentários (Atom)