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domingo, 20 de abril de 2014

Novamente

Pela manhã,
noite ou tarde,
os caminhos que poetizaram, 
surgem diante de mim
porém, 
sem nenhuma poesia.

Eu.  
com meu suor e poeira;
escolho algum aleatoriamente,
esperando um pouco de paz.

Durante as noites,
Sinto angústias de escolhas que não fiz,
Acordo de pesadelos que me sugam,
escuto alguma boa alma chorando,
e já é hora de domir novamente. 


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