O silêncio,
os objetos,
o contexto,
a alma...
Em tudo bate o som,
de minhas palavras,
Depois volta,
refeito.
Eu me livro do que sinto,
e lhe ofereço,
saboreio o amargo,
que sentes.
Não há razão pra se dizer,
pois antes das palavras,
tudo já foi dito.
Ignore o que sinto,
ouça só o som,
invadindo o silêncio da alma.
Releia múltiplas vezes,
até se tornar um poema,
feito por nós...
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