Sou eu, aquele menino na janela,
fragmentando a vida,
juntando palavras desconexas,
pra completar mais tarde,
orações aleijadas.
Eu sou um ensaio freudiano,
um hiato de alguns anos...
Como foram mesmo aqueles dias?
Eu era um personagem tipo...
Sou o outro pra ser eu,
Não como Mia Couto,
Mas sem identidade...
Eu sou a saudade,
de sofrer sem sentir...
Eu sou o menino na janela!
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